NOMePISESoFREGHAO

grupo de acçom e reflexom ghedelluda

Sen clasificarArchive for the '' Category

Mércores 12 de novembro Xornadas Emprego de fogar Nomepisesofreghao e Acsur no Atreu

11 11 2008
cartaz_final
diptico_mail_1
Lembrade, o vindeiro mércores 12 de novembro, ás 20:00h  no Atreu (rúa San Xosé, Montealto) video fórum sobre emprego doméstico e migración e o xoves, ás 17:00 h,  mesa redonda sobre o mesmo tema no CC de Monelos, tedes a info no cartaz e no díptico adxuntos.
Comments are off for this post

Joves 23 de outubro ás 20:30h no C.S. Atreu!

20 10 2008
PALESTRA:
“De Atenco a La Otra e além. México umha história de
resistências”
C.S. Atreu! (rúa San Xosé, 2, baixo, Montealto, Queerunha)
Comments are off for this post

SÁBADO, 9/8/08 a partir das 12:00h Obradoiro de autodefensa para mulleres e lesbianas

6 08 2008

cartaz-envio.jpg

Benqueridas amigas,

o proximo sabado 9/8/08 a partir das 12:00h teremos no L.S.O. Casa das Atochas (Atocha Alta, 14, Queerunha) un Obradoiro de Autodefensa feminista para mulleres e lesbianas.

12:00h comeza o obradoiro

14:00h xantar lixeiro

16:00h – 19:30h continua o obradoiro

22:00h ceador vegano

23:00h proxección do filme:

NOVEMBER   
(Alemaña, 2004)
Dirección, guión e produción: Hito Steyerl. Fotografía: Stefan Landorf. Duración: 32 minutos.
Elexía a unha amiga, Andrea Wolf, coa que a videoartista Hito Steyerl (Múnic, 1966) fixera unha película de artes marciais aos 17 anos. Mesturando estas imaxes coas de títulos de Russ Meyer, René Viennet e o actor Bruce Lee, imos descubrindo outros aspectos da vida de Andrea. Acusada de pertencer á Fracción Roxa, alistouse na milicia kurda e foi asasinada en 1998 como presunta terrorista. Que pasara nese tempo? Segundo Steyerl un proxecto sobre a era de Novembro, “cando a revolución está acabada e só os seus xestos seguen circulando”.

23:30h-1:30h festa con DJanes convidadas e DJanes Nomepisesofreghao, Gogós, etc.

 

ANTE A VIOLENCIA MACHISTA
AUTODEFENSA FEMINISTA


Se vindes de fora da cidade falade con nos e arranxamos a durmida: tlf. 981220070/671309080/637986303

Obrigadas a todas e sobremaneira a Mulheres Trangredindo sen as cales este obradoiro non sería posible.

“A autodefensa feminista va máis alo de aprender técnicas de defensa persoal. Xa temos visto que non só sufrimos a violencia física e sexual, tamén sicolóxica e emocional de maneira cotiá. A obediencia e sumisión na que educan as mulleres ten uns efectos devastadores na autoestima, que fai que nos culpabilicemos do malestar e frustación que sentimos nas nosas vidas. Tanto se asumimos estes roles como se tentamos sair deles, sentimonos culpables: ahí está a trampa. Este sentimiento provoca actitudes de pasividade-victimismo e bloquea a nosa raiva, necesaria para o cambio. Ante esta obediencia que anula a nosa, que  aillanos e impide defendernos, a autodefensa sirvenos de ferramenta para avanzar, axudanos a concienciarnos sobre os roles que o sistema asignounos e ensinanos a recoñecer as múltiples maneiras nas que somos agredidas na cotidianeidade”. Colectivo de Mujeres Autónomas (Madrid), “Por qué es necesaria la autodefensa”, http://lahaine.org

Nomepisesofreghao/Moreia de parafeministas desgêneradas

1 comment

Tamén na Coruña concentración contra a transfobia e polo esclarecimento da morte da activista transsexual

28 07 2008

transfobia-mata.jpg

Com mais raiva que nunca, este luns 28 de julho
concentraçom/encartelada em Corunha
21’00 horas no Obelisco

Também haverá concentraçom em Compostela
20’00 horas na Praça do Toural

A passada sexta-feira 11 de julho, Rosa pazos, activista transsexual de 47 anos, foi encontrada morta no seu domicílio de Sevilha. Trás submeter o corpo à correspondente autópsia, o Instituto Anatómico Forense, emitiu um informe no qual se espressava que Rosa fora vítima de apunhalamento, os grupos e colectivos asinantes deste manifesto exigimos com carácter de urgência:

1) O esclarecimento dos factos que arrodeam a morte de Rosa pazos coa maior brevidade, co fim de evitar difamaçons sobre as causas associadas à sua morte assi como acrescentar a dor que ja de por si supóm para familiares, amigas/os e companheiras/os de Rosa.

2) A implicaçom do Fiscal Geral do Estado
, sr. Cándido Conde Pumpido co fim de exigir e agilizar os esclarecimento dos citados factos.

3) O tratamento do processo baixo as condiçons de máximo respeito à dignidade da falecida e de quem a rodeia, tanto por parte das instáncias policiais e judiciais involucradas no processo como polos meios de comunicaçom, cujo labor informativo sobre o caso de Rosa até o momento resultou extremdamente ofensivo e transfóbico, tal e como se vem denunciando desde o conhecimento da notícia. O respeito à identidade de Rosa e à intimidade da sua pessoa descarta o sensacionalismo dos meios de comunicaçom e o talante discriminatório com o que até a data se tem abordado a notícia.

Ao mesmo tempo denunciamos a enorme transfobia que rodeou a vida de Rosa, assi como o facto de que se lhe negara o seu direito à mudança de documentaçom e acceso à cirugia devido a que o sistema de saúde entende que umha pessoa com um diagnóstico de esquizofrénia ou qualquer outra ‘enfermidade mental’ nom pode decidir sobre o seu próprio corpo ou a sua identidade de gênero. Essa era a denúncia de Rosa e sem dúvida também a nossa.

As transfobias cotiás que se encontram nas ruas, nas leis, nos meios de comunicaçom, etc, som as que impedem a muitas pessoas acceder aos direitos básicos como o acceso ao mundo laboral, o respeito à própria identidade e o direito à autodeterminaçom do próprio corpo longe da tutela psiquiátrica.

Exigimos que a Administraçom pública asuma a sua responsabilidade e trabalhe para a integraçom laboral e social das pessoas trans. Exigimos um trabalho sério, à altura da gravidade e a importância da situaçom: nom queremos mais parches, cremos firmemente que a maneira de acavar com este tipo de situaçons é trabalhar directamente desde a raiz do problema e fazé-lo sem excussas. Nom é umha proposta séria e conseqüente aquela que aprova umha ‘lei de identidade de gênero’ para evitar a discriminaçom e ao mesmo tempo trata de enfermas a quem manifestam umha identidade de gênero diferente à maioritária. Diferente, nom por isto patológica. Reivindicamos que se trabalhe para
deconstruir os estereotipos que associam a identidade trans co estrano, o mostroso e o perverso, por destruir todas esas mensagens que geram ódio e convertem-nos em marginados e marginadas sociais.

Denunciamos mais umha vez a extrema vulnerabilidade do nosso colectivo e a mais qua alarmante freqüência coa que nos atopamos casos de pessoas trans mortas em estranas circunstâncias.

Reivindicamos, mais umha vez, que a luita contra a transfobia é umha luita de todas e todos, é um compromisso de quem queremos construir umha sociedade distinta. Que a única maneira de acavar com estas discriminaçons e violências que se visibilizam nas ruas das nossas cidades, nos despidos, na exclussom, nas agressons verbais e físicas é identificá-las no nosso entorno mais próximo e denunciá-las em todo momento. Porque ainda que desde os movimentos sociais luitemos para acavar coa transfobia, a verdadeira luita está nas nossas ruas, nos nossos bairros, nas nossas escadas, onde cada dia se vive a violência.

Por todo isto, os grupos abaixo asinantes convocamos a todas as pessoas para o próximo luns 28 de julho para acodir às concentraçons que terám lugar nas diversas cidades co fim de exigir umha investigaçom transparente e de rigor e o cesamento da transfobia que veu acompanhando o tratamento do caso da morte de Rosa Pazos.

Lembramos que os grupos de Barcelona, Bilbo, Donostia, Galiza, Madrid e Zaragoza aqui asinantes realizamos ja um labor de observaçom sobre a evoluçom juducual e mediática do caso com o objecto de denunciar qualquer tipo de injerência ou vulneraçom que por acçom ou omissom poda ter lugar durante o processo. Assi mesmo, denunciaremos polos cauces formais pertinentes qualquer tipo de acto que atente contra a dignidade da falecida e em particular aqueles de natureça antidiscriminatória dirigidos contra o respeito à identidade de gênero.

Barcelona-Bilbo-Compostela-Corunha-Donostia-Gastéiz-Lugo-Madrid-Porto-Lisboa-Sevilla-Zaragoza
segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Asinam este manifesto:

7menos20, Gastéiz
Acera del Frente, Madrid
ALAS, Lugo
Amasol, Aragón
Asoc. madres y padres de lesbianas, gays, transexuales y bisexuales de Aragón
ATA (Asociación de Transexuales de Andalucía)
ATURUXO (Federaçom de Associaçons LGBT da Galiza)
Centro social Atreu, Galiza
Col·lectiu Gai de Barcelona
Colectivo por las disidencias sexuales y de género
Ehgam, Euskal Herria
Emaize, asesoría sexológica del ayuntamiento de Gasteiz
Énfasis, Gasteiz
Errespetuz-Asociación Vasca de Transexuales (Euskadi)
Stonewall, Aragón
Front d’Alliberament Gai de Catalunya
Gaytasuna, Gastéiz
Gaztehgam, Euskal Herria
Grupo de Respuesta Antipatriarcal, Madrid
Guerrilla Travolaka, Barcelona
Lasde18, Aragón
Liberacción, Madrid
Maribolheras Precárias, Corunha
Mass Medeak, Bilbo
Medeak, Donostia
Nomepisesofreghao (feministas desgeneradas), Galiza
Panteras Rosas Galiza
Panteras Rosas, Portugal
Panteras Rosas, Sevilla
Queer Ekintza, Bilbo
RQTR, Madrid
Towanda, Aragón
TransGaliza

Crónica dos amigos e amigas de Rosa Pazos (a las barricadas):
http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/8161


Comments are off for this post

Sábdo 28 de Junho na Queerunha Mani-fest-acçom

24 06 2008

Un ano mais coas Maribolheras de mani, na Queerunha do 2008, paritremos ás 20:00h do Campo de Marte e tras percorrer varias rúas da cidade, voltaremos ao bairro para celbrar unha festa no Campo da Lenha, haberá actuacións, música e moitas invitadas de todo o pais, non podes faltar!!

28_j_maribolheras_2008_blog.jpg

Comments are off for this post

Esta Sábado na Casa das Atochas (LSO). Petra a Poeta.

2 05 2008

Nomepisesofreghao convídavos a informar e participar da seguinte actividade:

petraapoeta1.png

DATA: Sábado, 3 de maio do 2008

HORA: 21:00h

ENDEREZO: Atocha Alta, 14, Queerunha

Actuación de teatro cómico a cargo de Clara González como PETRA A POETA

1 comment

7 03 2008

Cartaz actividades 8 de marzo Nomepisesofreghao

convidamosvos a participar e informar das seguintes actividades:

8/3/2008 C.S.A. Atreu! rúa San Xosé, 2.

18:00h C.S.A. Atreu! rúa San Xosé, 2, Queeruhna/A Coruña: confección dun mural xunto as compañeiras do colectivo feminista Nomepisesofreghao co gallo do día da muller

21:00h C.S.A. Atreu! rúa San Xosé, 2, Queerunha/A Coruña: ceador vegano a cultura_pre_o(K)upa (produce A CÚPULA)

21:30h FÉSTA DAS MULLERES. Djanes e Vjanes

Comments are off for this post

¿Es el 7 el 8 de marzo? Comunicado da Eskalera Karakola

3 03 2008

El 7 de marzo o el PSOE como aparato de captura
La Casa Pública de Mujeres, La Eskalera Karakola, hemos decidido autodesconvocarnos a una posible manifestación del 7 de marzo de este año y queremos invitar a otras mujeres, a cualquiera, a pensar este mísero baile de fechas al que este año nos vemos sometidas.

Como muchas y muchos sabéis, el gobierno ha convocado elecciones para el día 9 sin importarle un bledo que el día anterior, día de reflexión, se celebre el día internacional de la lucha de las mujeres. Evidentemente, esto no habría ocurrido de tratarse de otras fechas, pongamos, el 1 de mayo. Y, a ver, no vamos joderles a los andaluces con unas elecciones en pleno puente o poner la cita electoral después del 11-M. Vamos, que alguien se tiene que sacrificar y para eso las mujeres siempre somos buenas candidatas.

No contentos con eso, la Delegación de Gobierno y la Junta Electoral se han estado pasando la pelota durante unos días sobre la decisión de legalizar o no la manifestación. Delegación de Gobierno ha acabado por ilegalizarla porque entiende que «altera el orden público» y que «no se puede garantizar que no se exhiba propaganda electoral, garantía más importante, dicen, que el derecho fundamental de expresión”. Todo pese a que la Junta Electoral había reiterado que no se trataba de esa clase de manifestación. No han considerado lo mismo las Delegaciones en Bilbao o en Valencia o en Barcelona o en Pamplona. Debe ser que allí se altera menos el orden público. ¿Será Madrid la tumba del 8m?

Este hecho no nos parece una nimiedad. Indica muy claramente que las reivindicaciones, derechos y presencia pública feminista son un elemento de tercerísima fila. Si fuera un hecho aislado podríamos pensar, ¡vaya!, pues se les habrá pasado. Pero si lo unimos al destino de las reclamaciones que grupos y mujeres sueltas planteamos, entonces deja de ser mala suerte, para convertirse en machismo, política machista. Y esto no es monopolio de la derecha. Pareciera que es la derecha la única responsable de que el aborto siga en el Código Penal, que se haya paralizado desde hace ya tiempo el impulso por garantizar los derechos sexuales y reproductivos o que se haga paternalismo de Estado con quienes quieren ejercer el derecho a parir o no parir. El PSOE grita con alarma, ¡que viene la derecha! ¿Cómo se explica que tras múltiples legislaturas socialistas no se haya hecho absolutamente nada con la legislación sobre aborto y sí mucho en la desatención a las mujeres? ¿Cómo se explica esto sino por la connivencia de cierta izquierda y la derecha en este eterno delicado tema? Y es que hay cosas que no se tocan, porque ahí, en el compromiso, duele.

Y ¿cómo se explica, más allá, la instrumentalización de los derechos de las mujeres que practica el PSOE con leyes de estricta propaganda y poca chicha y aplicación real como las de igualdad, violencia o dependencia? El incremento en el ámbito legislativo ha ido unido al retroceso en las condiciones y recursos materiales dirigidos a mujeres, mayores y niños. Y es que lo simbólico, el talante y las buenas formas no desprecarizan la existencia, tampoco lo hacen los golpes electorales de talonario. En definitiva, ¿qué son los derechos de las mujeres o el propio movimiento de mujeres sino algo que se instrumentaliza en el plano simbólico, y a fuerza de instrumentalización se mata, como bien nos ha demostrado la experiencia de dos décadas de desactivación de los movimientos sociales?

Muchos de los grupos que integramos la Comisión 8 de Marzo nos sentimos enojados ante la amenaza de no poder celebrar libremente y sin acosos electoralistas la lucha de las mujeres. Nuestro espíritu mayoritario era salir juntas, todas, para reclamar, sobre todo en este año, el derecho a nuestros cuerpos, a nuestra sexualidad, a tomar nuestras propias decisiones. Queríamos afirmar, con nuestra presencia en la calle, que más allá y más acá de las elecciones hay vida, que nuestros deseos y necesidades laten a ritmo propio, no al del calendario que se nos imponga de forma oportunista.

Queríamos discutir qué pulso estábamos dispuestas a librar para afirmar algo que un movimiento siempre tiene que defender: la autonomía, la capacidad creativa y la máxima presión para conseguir reconocimiento y arrancar reclamaciones que, como el derecho a abortar, son un hecho. un hecho cuestionado y castigado. Estábamos en el proceso de tensar esa cuerda, de pensarnos y pensar con otras, de valorar de forma responsable una salida, ésta sí, del tiesto.

Este, decimos, era el espíritu hasta que en la reunión de la Comisión del 8 de Marzo, tras conocer la ilegalización de la manifestación, sufrimos un auténtico desembarco del PSOE protagonizado por sus distintas agrupaciones y organismos «independientes» y encabezado por la cúpula de la igualdad. Lo que pasó en dicha reunión merece ser narrado. A golpe de gritos, insultos, pasilleo y acusaciones de radicalismo se desarticuló algo que el movimiento había mimado inteligentemente en otras épocas: su autonomía con respecto a los partidos. La manifestación tenía que ser el 7. Los porqués oscilaban entre la demagogia (¡todos los días son 8 de marzo!), el pragmatismo (otras veces hemos cambiado la fecha; lo simbólico es, eso, simbólico; o, nos van a multar), el oportunismo (lo va a utilizar la derecha. y es que en esta ocasión ZP no quiere hipotecas electorales), el populismo (lo más importante es que seamos muchas, aunque no digamos mucho) y un inusitado esfuerzo por insuflar miedo ante un acto ilegal. Una vez más, cinismo, oportunismo y miedo.

Ya nos veíamos corriendo, cuatro pelagatas radicales, Atocha abajo con la policía tirando gases lacrimógenos, ¡reprimiendo una manifestación de tono festivo que se celebra año tras año desde hace décadas! Y es que «quien se manifiesta en plena democracia de forma ilegal, se afirmó allí, es una estúpida». No parece que les importara mucho esto cuando el 13m de 2004 afirmamos, por encima de legalidades mentales y formales, nuestro deseo de verdad frente al gobierno de Aznar y mandamos al PP al carajo.

Pero hablando de ilegalidades ya estaba el autoritario acerbo de hazañas de la dictadura franquista para recordarnos cuan poderoso son los codificadores sociales al uso, en esta ocasión la edad, la generación, para capturar la diferencia. El radicalismo, ya se sabe, pertenece a la juventud o al pasado, y algunas siempre seremos jóvenes y/o anacrónicas, mientras a otras el cargo se les ha colado en la cabeza. Y es que para argumento de autoridad seguimos prefiriendo a Marx cuando decía eso de que «no es la conciencia de la mujer la que determina su ser sino, por el contrario, el ser social lo que determina su conciencia». El ser social cuidadosamente construido por el PSOE no es sino la desarticulación de la interrogación productiva que para nosotras es la democracia y la imposición vía consenso de los lugares más corrientes.

Poco a poco se fue desvelando el auténtico interés de este partido en aquella reunión. No querían un 8 de marzo que pudiera ser reprochado o ingobernado, pero sí, quizás, un lucido 7 de marzo, al que acaso se sumaran algunos autobuses de más fletados por el partido, como broche femenino dirigido a legitimar una larga marcha hacia la institucionalización del feminismo, eso sí, recordándonos con ahínco que lo del aborto es algo de la derecha; como dice la canción, «¡sacad vuestros rosarios de nuestros ovarios!». Sería bonito poder arañar definitivamente los restos de autonomía en este maltrecho movimiento para que este partido pudiera finalmente situarse, ya sin disfraces, en la cabecera. La insistencia de algunas por interponer un recurso, apoyándonos en la legalización del 8m en otras ciudades, fue recibida literalmente con abucheos y una fuerte agresividad. Y por supuesto nada de publicitar el recurso como medida pública de presión. Algunas nos levantamos para salir de aquella pesadilla, que como un déjà vu, nos recuerda dos tristes décadas de desarticulación, extorsión y expropiación del ansia feminista. Otras se quedaron y siguieron peleando el recurso como una manera de presionar para que no nos roben el día. Gracias a la fuerza de todas, las que nos plantamos y las que se quedaron resistiendo, se aprobó un recurso, imponiendo un voto de silencio sobre el mismo.

En adelante se abren interrogantes de una trascendencia histórica para el feminismo y, en general, para los movimientos. Pero muy en particular para el feminismo, puesto que es su espacio, que no sus demandas, las que han operado como discurso legitimador desde que el PSOE ganara las primeras elecciones en 1982. ¿Se puede rearmar, o mejor, construir un movimiento, una confluencia de gentes acuerdo a nuestros tiempos? ¿Tendremos que habitar ya definitivamente el vacío, sin compromisos directos o indirectos, monetarios o simbólicos, para poder construir un sentido propio? ¿Podemos vencer juntas el miedo a perder alianzas improductivas o directamente dañinas?

En los últimos años se ha desarrollado un trabajo lento y humilde de debate, por ejemplo en el tema de la socialización de los cuidados, entre los grupos de mujeres que desean este encuentro y, más allá, la posibilidad de articular una voz pública diversa en lo común. Este dificultoso proceso puede ser aplastado por maniobras como las que aquí contamos. Entonces. ¿hemos acumulado algo de experiencia para enfrentarlas? ¿Es el 7 el 8 de marzo?

Eskalera Karakola 26 de febrero de 2008

Comments are off for this post

Xornadas de reflexión e autoformazón feminista, 21 e 22 de decembro

19 12 2007

Que é o feminismo hoxe? Que significou onte? Como é a situación na Galiza? Estas e outras cuestións tratarémolas nas 1as xornadas organizadas polo noso colectivo.

Venres 21, 20 h Charla e debate: História do feminismo ­ Mónica G. Devesa, MNG

Sábado 22, 18 h Encontro de colectivos feministas e de xénero da Galiza
con MNG (Mulheres Nacionalistas Galegas), Mulheres Transgredindo (Compos), Lerchas (Ourense), Maribolheras Precárias (Corunha), Nomepisesofreghao (Corunha)

no CSA Atreu! Travesia San Xosé 2, Monte Alto

——————————-

Sábado 22, 22h Essenzia de Lapo (Punk/ ……), Ghreska (Punk/ …..)
24 h Djane Basatti e Vjane Sweena

no Garufa, …….., Cidade Vella

Comments are off for this post

Primeira crónica das xornadas de xénero e tecnoloxía “generatech”

10 12 2007

Estamos en Poblenou, zona 0 da especulación urbanística da Barcelona Marca Rexistrada, en Can Ricart ( http://salvemcanricart.org/). Un espazo industrial derrubado polos intereses inmobiliarios, un foco de resistencia que foi okupado fai un ano pola xente de La Makabra, e que agora ofrece un aspecto de campo de batalla.

Aquí estamos no Hangar tantas mulleres, como máquinas, como queers, como ciborgs. Compartindo, aprendendo, discutindo, creando, maquinando, conspirando, sentindo, streameando, pervertindo(nos),
Ubuntu ou Debian? java ou flv? home ou muller? mandarinas ou galletas?

Todas somos diferentes e vimos de experiencias moi diversas, polo tanto cada momento é un momento de aprendizaxe, de facer colectivamente, de atopar os posibles puntos de colaboración, de aclararnos ou confundirnos (máis).

Dúbidas diversas, continuos patricarcais coma códigos reproducidos en aberto e en privativos,toma de consciencia polémica e constructiva…seguimos con preguntas, estamos no camiño:-)Dende tanxentes diferentes: desenvolvedoras, usuarias, creadoras, para/pos/pro/? feministas…en confluencia para reflexionar e actuar.

Preguntámonos se ser usuarias de software libre debería ter unha continuidade no terreo afectivo, xa que logo se ten por suposta no terreo da política e da acción social. Desta maneira, ¿resultaría moi radical identificalo co amor libre? ¿Como reconfigurar o xeito de entender as relacións?

Cuestionamos que haxa comunidades de linux que non teñan en conta as marcacións de xénero e que continúen reproducindo os mesmos mecanismos de diferenciación sexista de xeito completamente inconscente, mais non por iso menos nocivo. Por iso entendemos que estes espazos de debate resultan imprescindíbeis para poder establecer e propoñer estratexias de actuación, sempre continxentes e intentando evitar calquera binarismo reductor.

stream:
http://stream.horitzo.tv:8000/horitzo.ogg

+ info: http://generatech.ningunlugar.org/

Comments are off for this post

« Páxina anterior