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MELHOR DESCONTROLADAS QUE INSTITUCIONALIZADAS

25 06 2010

mellor descontroadas que institucionalizadas

ACTOS NA CORUNHA POLO 28 DE JUNHO DE 2010,
DIA DA LIBERTAÇOM TRANS*MARICA*BOLHO

Os novos tecnócratas tratam de vaziar o LGBT de qualquer contido de análise ou acçom políticas. A filosofia imperante, fruto do pensamento único, racha com toda a tradiçom teórica e política do movimento, que se esforçou desde a revolta de Stonewall em pensar unha crítica fundamentada da opressom sexual e em elaborar alternativas a umha heterossexualidade binarista, hegemónica e imutável. Estamos ante un processo de institucionalizaçom radical do movimento LGTB. Devemos afortalar mais que nunca as nossas redes e denunciarmos toda utilizaçom con interesses partidistas do movimento LGBT.

As ruas, a imaginaçom e o poder de pensar as cousas segue a ser dos movimentos sociais. Este 26 de Junho, igual que o resto do ano, vamos amosar que outra cultura política, que outra prática da libertaçom sexual é possível; e que preferimos estar melhor descontroladas que institucionalizadas.

Todas as cores, todos os afectos, todas à rua!
maribolheras.com

*SÁBADO 26 DE JUNHO: MANI*FESTA*ACÇOM.
MELHOR DESCONTROLADAS QUE INSTITUCIONALIZADAS
Saída às 20:00 do Campo de Marte e
Grande Festa Autogerida no Campo de Marte desde as 22:30 às 04:30
Os benefícios da festa destinarám-se ao projecto de documentário audiovisual que estám a elaborar desde Proyecto Transgénero-La casa Trans (Quito-Ecuador).

Nomepisesofreghao participará na GRANDE BATUKADA DESKONTROLADA!!
E posteriormente participaremos no espectáculo audiovisual no novo colectivo xurdido de olholivre.net: FREESWL!!

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Femini(fe)sta antixacobea na Coru. 1º maio, ás 22:00h, na Nena Pepita.

29 04 2010

Femini(fe)staaaaa!!!
Este sábado, 1º de maio, ás 22:00h. festa na Nena Pepita para presentar a campaña da Rede Feminsta GZ:
“A Igreja contra as mulheres, as mulheres contra a igreja”
ademais, nuha data tan sinalada, despediremos a 2ª visita deste ano das Generatech (voltarán pronto!!).

Haberá sorteo dun Kit Activista Feminista (para o que temos rifas as Nomepises e na Nena Pepita) presentaremos produccións do traballado en Xeneratech GZ, producións tamén das accións da Rede durante este ano, xogos, licor café, VJs…

Non podes faltar!!

Aquí deixamos o cartaz da Festa e o manifesto, difundide e asistide!!!

A IGREJA CONTRA AS MULHERES, AS MULHERES CONTRA A IGREJA

A Igreja como instituiçom que é um instrumento fundamental de submetimento feminino empregando para este fim as chaves simbólicas das que o patriarcado se serve como estrategia de domínio.

Na sexualidade:

A doutrina sexual do catolicismo caracteriza-se por cingir a sexualidade ao mero acompanhamento da actividade reprodutiva, considerando toda actividade sexual fora do matrimónio como pecaminosa. Assim nem a masturbaçom, nem o lesbianismo, homossexualidade e bissexualidade, nem a prática heterossexual fora da relaçom matrimonial, por destacar algumhas das práticas sexuais mais comuns, som consideradas correctas para a moral católica.

Na família:

Consolidárom o contrato matrimonial convertendo a mulher na “ama de casa” que esta obrigada a manter a unidade familiar, assim todas as mulheres seremos filhas-maes-esposas-coidadoras, situaçom onde a opressom e exploraçom patriarcal se confunde com o amor e com o afecto.
O matrimónio heterossexual e indivisível cuja finalidade principal é a de trazer filhas e filhos a este mundo. A fidelidade e exclusividade sexual converte-se em umha outra obriga, mais férrea para as mulheres que para homens.

No ensino:

O machismo é umha matéria mais do curriculum educativo, mas sabe ocultar-se mui bem nos desenhos e enunciados sexistas dos livros de texto, nas liçons dessa história sem mulheres, nos contos de heróis machos e de princesas débeis… porém é na matéria de Religiom Católica onde o machismo tem o seu pilar.

Na vida laboral:

A Igreja olha como ataque frontal à religiom e à moralidade que a mulher entre no trabalho remunerado, há que reclui-la no lar para realizar tarefas próprias do seu sexo, as “suas labores”. Consolida a visom de mulher-esposa, mulher-mae ou mulher-irmá de…umha figura sempre dominada por um varom.

Todos os valores inculcados pola religiom: submissom, passividade, aceitaçom das ordens, etc, etc, suponhem umha impagável formaçom como mau de obra barata e submissa.

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28 de novembro, Compostela

24 04 2010

28 de novembro from o feminismo esta a pasar on Vimeo.

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Exigimos a despatologizaçom (também na lei espanhola) das identidades Trans

9 04 2010

maribolheras precárias

O passado 15 de março de 2010 o Congresso Espanhol de Deputados respostava à pergunta realizada polo deputado Joan Herrera do Grupo parlamentar de ERC-IU-ICV. A pergunta era relativa à opiniom do Governo em relaçom à catalogaçom da transsexualidade como um transtorno mental. A resposta do governo parece ser clara: “O Governo espanhol compartilha a necessidade de descatalogar a transsexualidade como um transtorno mental”.

Desde a Rede pola Despatologizaçom das Identidades Trans valoramos como um possível passo adiante este posicionamento. Ao mesmo tempo, pensamos que se o Governo de verdade entende a importância da descatalogaçom da transsexualidade dos manuais internacionais de doenças, deveria revisar a sua própria Lei 3/2007, de 15 de março, reguladora da rectificaçom da mençom relativa ao sexo das pessoas que regula as mudanças de nome e sexo das pessoas trans nos seus documentos oficiais. Essa lei estabelece como requisitos obrigatórios para realizar estas mudanças a acreditaçom dum certificado de diagnóstico de “disfória de gênero”, contribuindo desta maneira à patologizaçom das identidades trans.

Nos últimos meses tem aparecido um forte movimento no Estado espanhol e no mundo no que as pessoas trans reivindicamos a despatologizaçom da transsexualidade. O passado mês de outubro mais de 40 cidades no mundo, 15 delas no Estado espanhol, mobilizarom-se por esta mesma causa baixo o lema STOP TRANS PATHOLOGIZATION-2012.
Desde o ano 2007 até hoje surgirom novos discursos em relaçom à qüestom trans e entendemos que esta mudança de posiçom do governo espanhol tém a ver coa visivilidade destas demandas.

xs activistas e colectivos da Rede pola Despatologizaçom das Identidades Trans comprendemos a importância deste posicionamento. por isso, instamos ao Governo a que faça sua esta posiçom na prática de maneira coerente, para que tenha um impacto real na vida cotiá das pessoas trans. Se o Governo entende que nom temos um transtorno mental, é contraditório que nos exija um diagnóstico para reconhecer-nos em tanto que cidadáns/ás.

Rede Pola Despatologizaçom das Identidades Trans
7 de abril de 2010

para mais informaçom:
correio electrónico

Web: www.stp2012.info

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100 ANOS CELEBRANDO, TODA UNHA VIDA LOITANDO!

3 03 2010



Luns, 8 de marzo de 12h a 20h30 na Rúa Barcelona (Praza das Conchiñas)

Como celebración dos 100 anos do 8 de marzo “Día internacional das mulleres” diferentes colectivos, organizacións e mulleres individuais pertencentes ao movemento feminista da Coruña quixemos organizar unha festa popular  aberta a participación de toda a sociedade.

O día comezará ás 12 da mañá na Praza das Conchiñas coa decoración da rúa Barcelona e esquina coa rúa Corcubión, e coa distribución de convites para todas as veciñas da zona.

Ao longo do día terán lugar diferentes actividades, performances, e exposicións que tratarán de reflectir sobre as causas e consecuencias das reivindicacións das mulleres, os logros atinxidos durante toda unha vida de loita, e as expectativas coas que encaramos o presente e o futuro as feministas de hoxe en día. Finalizaremos a xornada compartindo o manifesto conxunto con todas as presentes ás 8 e media da tarde.
Todas e todos estades convidadas a participar axudando nas diferentes tarefas, soprando as veas da tarta de celebración, pedindo desexos para o futuro,  e aportando as vosas propias experiencias e reflexións, construíndo entre todas e para todas unha realidade chea de esperanza, de forza e sobre todo de felicidade.

Felices 100 anos, e moitos mais!!!

Acsur Galiza – Cafés Feministas – Comisión de Xénero da coord. galega de ONGDS – Marcha Mundial das Mulleres da Coruña – MUlleres DEportistas GAlegas – Nomepisesofreghao – Recdeiras – Transmaribolheras Precárias – Trocamundo

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Xornadas acción directa: o feminismo sae a rúa

19 02 2010

Sábado 20 de febreiro xornadas de acción directa feminista:
ás 14.00 horas xantar
16.30 horas Patricia Lorenzo de Chévere teatro presenta o proceso
creativo da peza Testosterona (falará dos obradoiros drag king que
fixeron coas mulleres do rural e vilas da Galiza).
17.30 horas presentación dos colectivos e das accións individuais ou
colectivas de acción directa feminista :
Lerchas (Ourense), Cafés feministas, Nomepisesofreghao, Transmaribolheras Precàrias e CS Gomes Gaioso (A Corunha), Assembleia de Mulheres (Vigo).
19.30 horas debate
21.00 horas Ceador
22.00 horas estou Festa, a música correrá a cargo DJANES e VJANES residentes e convidadas.

Domingo 21 de febreiro: xantar xuntas e accións na rúa.

Enlaces:
http://antilesbofobicos.blogspot.com/ (Santiago de Chile) http://nomepisesofreghao.blogaliza.org/ Nomepisesofreghao (A Corunha) http://mulherestransgredindo.blogaliza.org/
http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13278.shtml
http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/1206 Mulheres Transgredindo (Compostela) http://medeak.blogspot.com/ Medeak (Donosti) http://redefeministagalega.blogaliza.org/
http://galiza.indymedia.org/pt/2009/11/21700.shtml Rede feminista galega (Galiza)
http://agal-gz.org/blogues/index.php/revolta/2008/03/07/actividades_da_assembleia_de_mulheres_po Assembleia de mulheres (Vigo)http://maribolheras.blog.com/
Transmaribolheras Precàrias (Queerunha)
http://agal-gz.org/blogues/index.php/csggaioso/c532/ CS Gomes Gaioso (A Corunha) http://lerchas.blogspot.com/ Lerchas (Ourense)http://www.lahaine.org/index.php?p=25195 Comando Scum (Barna)

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1ª Acción da Rede Feminista Galega

29 11 2009

Nomepisesofreghao participou este sábado 28 de novembro nunha acción da Rede Feminista Galega en Compostela con motivo do día contra a violencia de xénero.

Arredor de 50 mulleres saimos á rúa en compostela para visibilizar os tipos de violencia que percibimos como mulleres. A acción consistiu en tomar a rúa subidas a taburetes e portando cartaces que decían: estou na rúa porque… e a partir de aí cada unha aportaba un motivo polo que debemos sair á rúa xa que somos obxeto de violencia desde diferentes  perpectivas, tamén se deixaron cadeiras vacías para visibilizar a ausencia dalgunhas mulleres que non poden estar na rúa por diferentes motivos: ser asasinadas, estar presas…

Ademais formouse unha fantástica banda de mulheres tocando fouciños e sachos que lle daban moita presencia e visibilidade á acción.

Para ver as imaxes visitade o flickr de rizlinha

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Nomepisesofreghao contra o reggae homofóbico

27 10 2009

Porque ser guay non é sinónimo de supermacho, para molar moito cantando reggae non é necesario verter medo e ameazas contra os maricas ou bolleras. Nós xa estamos fartas de tanto machito guay que necesita reforzar a sua masculinidade agredindo e indo contra un colectivo de persoas só polo feito de existir. Maribolheras Precàrias e moitos colectivos están a manifestar a sua repulsa estes dias na galiza polo concerto que este venres a sala Capitol ofrece sen nengún tipo de pudor. Pregúntome se a xente da Capitol tivo a deferencia de mirar as letras de este home ilustrado para comprobar que efectivamente esta lingua de ouro arremete contra os gais ate o punto de querer exterminalos. Pero claro, semella que nun mudo de machos corpulentos o peor que che pode pasar e que dubiden da tua masculinidade, pffff, pois vaia xoias da música. Vivan os rapeiros gais-nenazas, as cantantes bolleras e marimachos, os rastamaricas e as lesbianas agarradas ao micro. FORA A HOMOFOBIA DOS ESCENARIOS GALEGOS.

Envia un mail salacapitol@salacapitol.com e dilles que non queres na Galiza espaços onde se incite à violencia hacia calquer persoa, grupo ou colectivo social!!! PARTICIPA!!! A Sala Capitol nom pode colaborar oferecendo o espaço e dando voz a um personagem que incita, explicitamente, ao assassinato de maricas, trans ou bolhos !!!
http://boicotesalacapitol.wordpress.com/
http://maribolheras.blog.com/
envia o apoio a :
maribolheras@hotmail.com

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Manifestámonos coas traballadoras de Caramelo

5 06 2009

Hoxe venres 5 de xuño, saimos á rúa coas nosas compañeiras de Caramelo, a berrar con elas, a defender os dereitos das mulleres traballadoras. VEMONOS TODAS ÁS 20H NA PRAZA DA PALLOZA,

NON AO ERE DE CARAMELO

Ante os despidos boikote!!
Caramelo para as traballadoras!!
‘Se Jove despide, a Xunta é culpable’
‘Jove mata e Beatriz Mato remata’

CARAMELO CARADURA

Desde o colectivo Nomepisesofreghao queremos facer chegar o noso apoio ao cadro de persoal da empresa Caramelo ante a situación que están a viver, consecuencia da proposta de un ERE que conleva o despido de, polo momento, 237 persoas.

Nos sentimos especialmente vinculadas ás persoas que traballan en Caramelo porque son maioritariamente mulleres, mulleres que levan toda a vida traballando no sector, en condicións de precariedade consecuencia só do feito de seren traballos de mulleres.

Até o día de hoxe as mulleres do textil traballaban en cadeas de producción como a da Grela, pero tamén en talleres clandestinos que producían roupa e detalles para as prendas das grandes firmas sen atender a condicións ambientais nin económicas dignas, coas costas partidas e a vista danada. A medida que o mercado se foi liberalizando e a deslocalización abanderou un sector coma este, comezou a ser mais doado atopar a quen fixera estos traballos insalubres noutros pontos do planeta, onde o grado de explotación se visibiliza unha vez mais en corpos de mulleres e nenas.

O traballo en empresas como Caramelo tivo para as mulleres que se incorporaron ao mercado de traballo nos 70 e 80 unha parte de liberación e de autonomía con respeito aos homes, comezábamos a gañar os nosos soldos que, por menores que foran nos aportaban ese grao de autonomía que nos ía facer mais fortes. Actualmente a necesidade nas unidades familiares, hipotecadas e vivindo por riba das posibilidades creou unha necesidade que agora se trunca. Esas mulleres que comezaron a traballar en Caramelo nos 70 agora teñen que tratar de reincorporarse no mercado de traballo no pior momento, sen mais experiencia que a adquirida nun sector que xa non ten futuro, cunha idade e unhas capacidades adquiridas que ao mercado xa non lle interesan.

Nos casos das mulleres mais novas e que se incorporaron mais tarde, o panorama millora pero, unha vez mais, o mercado lles reserva postos, no maioria dos casos no sector servicios, tamén feminizado e, polo tanto precarizado.

O certo é que as traballadoras baseandose na sua propia experiencia e coñecemento, plantexan alternativas viables para millorar a situación da empresa, non dubidan que Caramelo pode seguir sendo productiva para o patrón, o Señor Jove, experto en levar empresas ao borde do precipicio e beneficiarse da decadencia, ao igual que a súa socia neste proxecto, a Xunta de Galicia, que posúe casi un 10% da empresa. A alternativa proposta polas traballadoras baséase en que se elas manteñen os seus postos de traballo Caramelo poderá manter a calidade que a caracterizaba e polo tanto os prezos, nada populares, aos que vende as súas prendas que actualmente xa non teñen valor pero custan o que ningunha das súas traballadoras pode pagar.

Desde Nomepisesofreghao convidamos ás consumidoras e aos consumidores a que tomen conciencia e, de non resolverse esta situación e a traballadoras sexan despedidas, comezará unha campaña de boikote aos productos desta empresa e de todas aquelas que, aproveitandose da coxuntura da crise, boten ás traballadoras e traballadores á rúa.

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Crónica fotográfica do segundo dia de “freghao”

9 03 2009

Esta vez, saímos pola Rua Barcelona e acabamos entrando no mercado das Conchiñas. Continuamos repartindo a táboa comparativa dos reximes xeral e específico. Continuamos a repartir información e crear rede entre a morea de mulleres que saen aos mercados.

freghao na rua barcelona

Nomepisesofreghao coas traballadoras do fogar. BASTA DE ESCRAVITUDE, DEREITOS LABORAIS XA!

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