NOMePISESoFREGHAO

grupo de acçom e reflexom ghedelluda

Archive for Outubro, 2010

Denuncia e Bento XVI e actos de repulsa á visita do representante xenocida

31 10 2010


DENUNCIA AO PAPA

Nomepisesofreghao convidamos a persoas e colectivos a presentar a denúncia e laborada polas compas de Mulheres Trasgredindo, que compartimos e da que faremos unha presentación pública colectiva xunto ás Maribolheras Precárias o vindeiro mércores 3 de novembro nos xulgados da Corunha. A continuación o manifesto elaborado por Mulheres Transgredindo e as ligazóns para acceder aos modelos de denuncia. No caso de querer presentala só tedes que baixar o documento individual ou colectivo, cubrir os datos e presentalo no xulgado, lembrade levar unha fotocopia da primeira folla para quedarvos co rexistro de entrada. No caso de que non podades asistir en persoa ao xulgado contactade con nós antes do mércores 3 para entregarnos a documentación e facilitádenos tamén unha copia do DI por se a solicitan:

Mulheres Transgredindo sae á rua novamente para acompañar a Benedicto XVI na
sua estadía no noso país.

E non se nos ocorre millor ofrenda que a DENUNCIA POR APOLOXÍA DO XENOCIDÍO
E DELITOS DE LESA HUMANIDADE (arts. 607.2 e 607 bis do C.P.) que foi
interposta hoxe, día 26 de outubro por este colectivo ante o Xulgado de
Instrucción nº1 contra Joseph Ratzinger, máis coñecido como papa Benedicto
XVI, como o máis alto representante da igrexa católica apostólica e romana,
polos delitos de tortura, abusos sexuais a menores e encubrimento dos
mesmos, apoloxía da misoxínia e homofobia e persecución por motivos
políticos, étnicos de xénero ou de orientación sexual.

Primeiro precintamos igrexas, despois precintamos a catedral de compostela,
e, agora, cos nosos propios cartos e contra toda lóxica, traénnos ao
representante da organización que máis dano lle fixo ás mulleres no mundo
enteiro desde tempos inmemoriais. Pois ben, a el non o imos poder precintar
mais temos o noso dereito, e deber incluso, de denuncialo públicamente a fin
de que, desta
vez, sexa precintado polo poder xudicial.

Esiximos o ingreso en prisión de Joseph Ratzinger Esiximos o axuizamento do
papa polos delitos de apoloxía do xenocidio e de lesa
humanidade.

Esiximos que as administracións públicas devolvan os cartos que financian a
visita papal e que non se aporte nin un euro máis á igrexa católica.

Esiximos, en definitiva, que o papa Benedicto XVI sexa PRECINTADO

Se queredes sumarvos á denuncia como colectivo ou individualmente
manifestando así o rexeitamento a unha Galiza que se vende por cartos
(tamén) aos poderes seculares da Igrexa, tedes sendos modelos á vosa
disposición eiquí:

Denúncia Individual

Denúncia Colectivos/asociacións

Ademáis sumámonos aos actos convocados por diferentes colectivos para mostrar a repulsa á visita do papa a GZ, e convocamos polo tanto á asistencia e adhesión aos mesmos:

Actos de repulsa á visita do papa


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23 Outubro, Stop Trans-patoloxización, Compostela

19 10 2010

Manifesto da Rede Galega pela Despatologizazóm das Identidades Trans 23 de Outubro de 2010 Continuamos a resistir!

(Fonte: maribolheras.com)

Desde Galiza, na terra, a Rede Galega pela Despatologizazóm das Identidades Trans quer manifestar a repulsa à patologizazóm das Pessoas Transsexuais ao tempo que esige à Organizazóm Mundial da Saude que escuite as demandas e chamarizes que se fam esta data de 23 de Outubro a nível internacional.
A Rede Galega pela Despatologizazóm das Identidades Trans urge ao Governo Galego que assuma as competéncias em matéria de saude e dê cumprida resposta as necessidades da populazóm trans galega. Na Galiza, nesta Nazóm sem Estado, recebemos a Lei de Identidade de Género do Estado espanhol e Nós mostramos a nossa rejeição a dita lei, dado que promulga umha patologizazóm da transexualidade e nom resolve as questiòns da cotianidade das pessoas trans. A realidade galega das pessoas lgbtq é caricaturizada por agentes colonizadores e alheios que dim serem os representantes nossos. Reclamamos o devir da nossa história de luita, de conquistas atingidas desde nós para nós mesmas/os.
A Rede Galega pela Despatoloxizazóm das Identidades Trans achega argumentos para defendermos a nossa liberdade, procuramos alternativas, construímos pontes para dialogarmos. No entanto, a terrível maquinaria médica e política contínua, a estigmatizazóm das pessoas trans contínua. Como se considerar a nossa identidade de género como patológca serve-se de ajuda, como se realmente importa-se a nossa saúde mental.

O transtorno de identidade de Género nom existe. O que sim existe é a transfobia.

A Rede Galega pela Despatologizazóm das Identidades Trans engloba as luitas antes parciais e parcializadas, das pessoas lesbianas, gais, bisexuais e as Trans. As Trans que desexam modificar o seu corpo e também as que modificam o seu género de modo autónomo, a todas as que se rebelam contra as dictaduras do sexos hexemónicos, das ortodoxias e parâmetros culturais patriarcais para ser quem cada quem decida ser e existir.

O Transfeminismo está nesta época debrocando um senfim de iniciativas a nível internacional capazes de derrubar a estigmatizazóm. Umha comissóm de peritos em psiquiatria está a definir quem e que somos, se doentes mais ou menos graves.

Estúdan-nos, tócan-nos, explícan-nos o que nos acontece, fã-nos miheiros de provas para procurarem a causa do nosso mal terrível, analízan-nos, báten-nos, viólan-nos. Tratam-nos como meninas/os e crianças e matam-nos como cães. Pelo dia ódian-nos e à noite cómpran-nos.
Instamos ao Governo Galego e estatal que implementem políticas activas de que evitem a lesbigaibitransfobia.
Mas, com tudo nom podem com nós, continuamos aqui, a rompermos o siléncio e a resistirmos a violéncia, a dos golpes e a das palavras, com rábia mas com pedagogia, a tecermos umha rede que nos mantenha em pe. Continuamos aqui!

O discurso da patologizazóm derrubou-se, derrubámos o em base a denunciarmos estas terapias ano após ano. Jà nom há escusas válidas. Há ideias que jà nom podem ser defendidas.

Activistas trans de todo mundo, de diferentes continentes e cidades, voltamos sair à rua para demandarmos a despatologizacióm trans, baixo a legenda “As identidades trans nom som umha doença”. Denunciamos que ainda hoje, em pleno século XXI, as identidades trans, transsexuais, transgénero, travestis, continuen presentes como <incongruéncia de género> ou <transtorno de travestismo> no recém publicado esboço do DSM-5. Exiximos a descatalogazóm dos transtornos de identidade de género dos catálogos internacionais de doenças (DSM e CIE) e luitamos pelo direito a decidirmos com autonomia sobre os nossos próprios corpos.
Lembramos que a despatologizazóm nom pode implicar em caso algúm que as pessoas trans perdam seus direitos à saúde. Exiximos umha atenzóm à saúde trans específica publicamente coberta.
O direito à identidade de género e à cobertura da saúde pública para as pessoas trans som direitos humanos fundamentais e nom deveriam ser excluíntes. Reivindicamos o direito a um reconhecimento legal do nome e género escolhido sem necessidade dum diagnóstico e/ou tratamento médico, hormonal ou cirúrxico. Ninguém pode decidir sobre a identidade de género de outra pessoa.
As nossas demandas som claras:
1.    A retirada do TIX dos manuais internacionais de diagnose (nas suas próximas versóms DSM-V e CIE-11)

2.    A abolizóm do tratamento de normalizazóm binaria a pessoas intersex.
3.    O livre acesso aos tratamentos hormonais e às cirurxias (sem tutela psiquiátrica).
4.    A cobertura da saúde pública do processo de reasignazóm de género.
5.    A luita contra a transfobia: o trabalho para a formazóm educativa e a inserzóm social e laboral das pessoas trans, asi como a visibilizazóm e denúncia de todo o tipo de transfobia institucional ou social.
A nível estatal, exiximos ao governo que assuma as nossas demandas, que conte com a participazóm dos diferentes colectivos e activistas trans tendo em conta a sua pluralidade e que deixe de realizar estranas manobras cosméticas para salvar a sua imagem. O passado mês de Junho a ministra de Igualdade disse publicamente que não se pode tolerar que se continue a considerar as pessoas trans como pessoas doentes. Paradoxalmente, o governo não deu passo algum para modificar a actual Lei 3/2007, conhecida como Lei de identidade de género, que contínua a patoloxizar-nos.

Ademais, demandamos a retirada da menzóm de sexo nos documentos oficiais públicos. É um dado obsoleto, e a sua presença não se justifica de maneira nenhuma num documento de identidade, ademais de ser um obstáculo na vida quotidiana de muitas pessoas trans.
Por último pedimos ao governo que abandone o papel colonizador com que tutela as políticas LGBT na América do Norte Latina. Dos países ocidentais, continuan a ser exportados os discursos médicos violentos e patoloxizantes, aumentando o risco de violéncia transfóbica e pondo em perigo identidades e expresóms de género diversas em diferentes partes do mundo.
Os nossos nomes, os nossos corpos, as nossas vidas som só nossos.

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gENERAtECH.tar.gz HOXE: Colectivos feministas e tecnoloxías libres en rede

15 10 2010

Segunda sesión da mostra final do proxecto que combina o uso da tecnoloxía para traballar en materia de xénero, capacitando a colectivos e persoas nesa materia.

Traballando xuntas: Hackeando o xénero é o título dunha mesa redonda que da paso a colectivos feministas autónomos de a coruña e barcelona que traballan en rede, subvertendo os roles de xénero, buscando na propia vivencia concepcións feministas de moi diferentes correntes e teorías.

Mesa Nomadismo itinerante. Ao longo de 2010 estiveronse levando a cabo obradoiros sobre o uso de ferramentas tecnolóxicas libres para o traballo en materia de xénero e feminista en diferentes pontos do estado (Galiza, Madrid, Valencia e Barcelona). Como resultado final se propón esta mostra de experiencias.

gENERAtECH é un proxecto que conta coa financiamento do plan avanza e que pretende investigar sobre o emprego de tecnoloxías libres nos espazos feministas e de estudos de xénero, os colectivos que forman parte desta rede son deas destroying muros-valencia, ningún lugar-barcelona , e diversos colectivos de galiza nomepisesofreghao, sdg, olholivre.

Para rematar a noite no local A Nena Pepita haberá actuacións protagonizadas por moitas mulleres e algun home que participa destas loitas contra o binarismo de xénero. Un espectáculo amenizado por Mina, Veremos a bio-instalación de Clara Gayo que traballa co seu corpo, cancións de autora da man de Irene, e por último sesión de música e visuais de Florian korchoi, freeswl (beka e sweena) Djane laboucherie e vijane Stormbootnet.

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gENERAtECH.tar.gz HOXE: Plantillas, Sayak Valencia e Submergentes (arte e mulleres en red)

14 10 2010

(nota: cancelada a presentación de lorea)

CS Atreu : tr/ Sam José, 2 baixo

18:00-Talher stencils by David– imaginário livre nas rúas!

Trae os teus deseño e fagamos berros de guerra para decorar as rúas,
contaremos cunha axuda de luxo
http://www.flickr.com/photos/graphikut/

20:30-Netexperiencias e teclado desgenerado!
Mesa-presentaçom trabalho e projectos:

Capitalismo Gore. A través deste libro, a autora, traza unha taxonomía para enunciar o devandito fenómeno, tomando como exemplo ao narcotráfico en México e os seus actores e contrapóndoo a espazos de resistencia e axenciamiento non distópicos como: o transfeminismo/os feminismos, os movementos de disidencias sexuais e os devires minoritarios quen nos mostraron, historicamente, a súa capacidade para crear suxeitos que non se emparenten coa violencia, nin como vítimas nin como executores dela.

O exercicio da violencia física, simbólica e medial é unha transversal que vertebra a forma de entender o mundo contemporáneo. O uso da violencia como práctica/ ferramenta mercantilizábel crea unha subcultura que crece globalmente a través das lóxicas do progreso neoliberalista e a promesa do enriquecemento rápido. Así, existe unha alta posibilidade de que o Primeiro Mundo e o seu Estado de Benestar se tercermundicen, dada a precarización económica e a irrupción das lóxicas do Capitalismo Gore que fan da violencia unha forma de necroempoderamiento. Por iso, é urxente a creación dunha cartografía filosófico-feminista para reflexionar e enunciar o fenómeno do Capitalismo Gore. A través deste libro, a autora, traza unha taxonomía para enunciar o devandito fenómeno, tomando como exemplo ao narcotráfico en México e os seus actores e contrapóndoo a espazos de resistencia e axenciamiento non distópicos como: o transfeminismo/os feminismos, os movementos de disidencias sexuais e os devires minoritarios quen nos mostraron, historicamente, a súa capacidade para crear suxeitos que non se emparenten coa violencia, nin como vítimas nin como executores dela.

Sayak Valencia Triana (Tijuana, Mx, 1980).

Submergentes é un espazo web sobre Arte, creado e coordinado por Ramona Rodríguez e Mercè Galán en 2006. Traballamos en cinco liñas de actuación: PARTICIPACIÓN- DIFUSIÓN- PROMOCIÓN- INVESTIGACIÓN E FORMACIÓN no campo da arte.
Até o momento Submergentes é un crisol de experimentación en distintos sentidos. Non só utilizamos os medios audiovisuais e programas informáticos libres e propietarios, tamén tivemos que penetrarnos na programación con SPIP e JOOMLA, para adecuar e actualizar a plataforma web.
A participación está aberta a calquera persoa que queira achegar o seu coñecemento en arte, tecnoloxía, crítica da arte, vídeo, performance, vídeo-danza, etc. Até o momento a participación foi escasa e esporádica, é o que máis botamos en falta e é motivo de investigación.
Submergentes non ten subvención de ningún tipo. Nos autofinanciamos nós mesmas, e é por iso que nos é dificil remunerar economicamente aos nosos colaboradores. Por outra banda non queremos que haxa publicidade na web para que non moleste ao usuario que navega por ela. No entanto, si aceptariamos espónsors relacionados coa arte e estean interesados no noso proxecto, co fin de cubrir eses gastos.
En canto á Investigación, temos un proxecto en marcha titulado “Mirada Inmersiva” que será exposto no Congreso Internacional Muller, Arte e Tecnoloxía (CIMUAT) na Universidade Politécnica de Valencia, 2010. Este proxecto está relacionado con nosa outra faceta de formadoras e docentes, para o que creamos con este fín un Media-lab de E-learning.
Desde aquí convidámosvos á participación e á colaboración, pois pensamos que no campo da arte a unión fai a forza. E se os vosos proxectos artísticos están relacionados coa tecnoloxía e queredes promocionalos desde a nosa web, contactade connosco para que os incluamos.

+ Stream desde Linz – Austria: Reni Hofmueller http://renitentia.mur.at/

É artista, música, compositora e performer con base en Graz, Austria. Organizadora e activista nos espazos da utilización dos (novos) medios, a tecnoloxía e a política; tamén se dedica a promover a arte contemporánea.

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gENERAtECH.tar.gz: 13-16 de Outubro: Vigo A Corunha (nota)

13 10 2010

Neste evento final consolidaremos redes tanto desgeneradas como copyleft e nível galego, e a nível lokal em cada um dos dous subnodos (corunha e vigo), ademáis de convidar a todas as compas no ámbito estatal e supraestatal. Tecendo no global, pero consolidando malla de desenvolvemento endógeno. Os últimos meses forom moi intenssos em ambas linhas de acçom e construcçom de alianzas, neste evento final podemos amosalo e buscar umha contaminaçom mutua.

Os stencils como arma criativa para colectivos de género, o espectáculo e a reflexom como ferramentas da construcçom de imaginários desgenerados.

Corpo e tecnología!

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gENERAtECH.tar.gz Outubro 2010

9 10 2010

Última edición do xornadas itinerantes de generatech (generatech.org)

No evento final galego contaremos coa presencia de Sayak Valencia que virá presentarnos a sua particular visión do “Capitalismo Gore”, Ramona Rodríguez da plataforma de participación-difusión-promoción-investigación-formación submergentes.org, descontroladas.net e grupos galegos que traballan o xénero desde múltiples perspectivas (cafés feministas, nomepisesofreghao, e somosdegenrando), tamén haberá momentos para a aprendizaxe cos obradoiros de plantillas, e por último teremos actuacións estelares de performances, videoproxeccións e sesións de música desgenradas!

Esta vez non podes faltan, ven liberar o teu código, hackea o teu xénero!!!

Programa:

Mércores 13 outubro: Vigo
Amalgama : r/Marqués de Valterra, 5

19:00-Talher stencils by Tayone- imaginário livre nas rúas!!

21:30-Netexperiencias e  teclado desgenerado!
Mesa-presentaçom trabalho e projectos:

  • Capitalismo Gore – Sayak Valencia
  • Submergentes- Ramona Rodríguez
  • Lorea (rede social global) https://lorea.cc/

+ Stream desde Linz – Austria: Reni Hofmueller

Xoves 14 outubro: Corunha
CS Atreu : tr/ Sam José, 2 baixo

18:00-Talher stencils by David– imaginário livre nas rúas!

20:30-Netexperiencias e teclado desgenerado!
Mesa-presentaçom trabalho e projectos:

  • Capitalismo Gore – Sayak Valencia
  • Submergentes- Ramona Rodríguez
  • Lorea (rede social global) http://lorea.cc/

+ Stream desde Linz – Austria: Reni Hofmueller

Venres 15 outubro: Corunha
CS Atreu: tr/ Sam José, 2 baixo

19:00 Traballando xuntas: Hackeando o xénero,
mesa redonda – debate:

  • Descontroladas (http://descontroladas.net)
  • Nomepisesofreghao (http://nomepisesofreghao.net)
  • Cafés feministas

20:30 mesa nodos-Nomadismo itinerante:

  • ideas destroying muros-valencia
  • ningún lugar-barcelona
  • nomepises, sdg, olholivre-gz

Nena Pepita: r/ Sam José, 2 baixo

21:30 – Projecçons material vídeo-pinchos

  • Clara Gayo (Bio-instalaçom)

22:00 – Espectáculo!!! Actuacións en directo: Presenta mina

  • Irene (Cançoms de autora)
  • florian korchoi (ruido destrozaMIdIs)
  • freeswl (vjanes)
  • laboucherie (djane)
  • stormbootnet (vjing)

    Sábado 16: Vigo
    Alg-a lab- Caminho da igreja s/n (Valadares)

    19:00- Traballando xuntas.Hackeando o xénero:
    Mesa redonda – debate

    • cvc valadares (banco do tempo ou área de mulher)
    • descontroladas (http://descontroladas.net)
    • SdG

    20:15-Mesa nodos-Nomadismo itinerante:

    • ideas destroying muros-valencia
    • ningún lugar-barcelona
    • nomepises,sdg,olholivre-gz

    21:30-Projecçons material vídeo-pinchos

    23:00-Espectáculo!!!

    com as riduejo de dúo presentador:

    • vane (dança)
    • miriam (clown-malabares)
    • pedro (performance)
    • tayone (graffiti digital)
    • medusa pin (djane)
    • carlos suárez-madamme cell  (experimental)
    • tasha (poessía)
    • laboucherie (djane)
    • performance colectiva desgenerada
    • videoarmsidea (vjing)
    • stormbootnet (vjing)
    • freeswl (vjing)




    Programa:

    Mércores 13 outubro: Vigo
    Amalgama : r/Marqués de Valterra, 5

    19:00-Talher stencils by Tayone- imaginário livre nas rúas!!

    21:30-Netexperiencias e  teclado desgenerado!
    Mesa-presentaçom trabalho e projectos:

    • Capitalismo Gore – Sayak Valencia

    • Submergentes- Ramona Rodríguez

    • Lorea (rede social global) https://lorea.cc/

    + Stream desde Linz – Austria: Reni Hofmueller

    Xoves 14 outubro: Corunha
    CS Atreu : tr/ Sam José, 2 baixo

    18:00-Talher stencils by David– imaginário livre nas rúas!

    20:30-Netexperiencias e teclado desgenerado!
    Mesa-presentaçom trabalho e projectos:

    • Capitalismo Gore – Sayak Valencia

    • Submergentes- Ramona Rodríguez

    • Lorea (rede social global) http://lorea.cc/

    + Stream desde Linz – Austria: Reni Hofmueller

    Venres 15 outubro: Corunha
    CS Atreu: tr/ Sam José, 2 baixo

    19:00 Traballando xuntas: Hackeando o xénero,
    mesa redonda – debate:

    • Descontroladas (http://descontroladas.net)

    • Nomepisesofreghao (http://nomepisesofreghao.net)

    • Cafés feministas

    20:30 mesa nodos-Nomadismo itinerante:

    • ideas destroying muros-valencia

    • ningún lugar-barcelona

    • nomepises, sdg, olholivre-gz

    Nena Pepita: r/ Sam José, 2 baixo

    20:00 – Projecçons material vídeo-pinchos

    • Clara Gayo (Bio-instalaçom)

    23:00 – Espectáculo!!! Actuacións en directo: Presenta mina

    • Irene (Cançoms de autora)

    • Alba

    • florian korchoi (ruido destrozaMIdIs)

    • freeswl (vj+dj)

    Sábado 16: Vigo
    Alg-a lab- Caminho da igreja s/n (Valadares)

    19:00- Traballando xuntas.Hackeando o xénero:
    Mesa redonda – debate

    • cvc valadares (banco do tempo ou área de mulher)

    • descontroladas (http://descontroladas.net)

    • SdG

    20:15-Mesa nodos-Nomadismo itinerante:

    • ideas destroying muros-valencia

    • ningún lugar-barcelona

    • nomepises,sdg,olholivre-gz

    21:30-Projecçons material vídeo-pinchos

    23:00-Espectáculo!!!

    com as riduejo de dúo presentador:

    • vane (dança)

    • miriam (clown-malabares)

    • pedro (performance)

    • tayone (graffiti digital)

    • paula pin (djane

    • carlos suárez-nacho  (experimental)

    • tasha (poessía)

    • laboucherie (djane)

    • performance colectiva desgenerada

    • videoarmsidea (vjing)

    • stormbootnet (vjing)

    • freeswl (vjing)


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